Deputados paulistas prestam solidariedade ao presidente Lula

2015-08-06 00:00:00 | Comentários:

Gabinete - Deputados estaduais da bancada petista de São Paulo estiveram ontem, 05/08, no Instituto Lula para prestar solidaderiedade e manisfestar repudio ao atentado contra a sede da entidade.

No último dia 30/07 (quinta-feira), um artefato explosivo foi arremessado contra o prédio do Instituto de dentro de um carro.

Este é o mais recente episódio de violência de uma série de ataques contra instituições petistas, militantes e dirigentes que começaram ainda na campanha eleitoral do ano passado. Apesar da escalada de violencia, as agressões não têm chamado a atenção da imprensa. Somente neste ano, dois diretórios regionais da legenda foram alvo de violência em São Paulo.

Para o Lider do PT na Alesp, deputado Geraldo Cruz, é preciso que a sociedade de mobilize para defender a democracia brasileira. "É inaceitável essa escalada de ódio contra o PT e a tentativa de criminalizar o partido que mudou a cara do Brasil, tirando milhoes da extrema pobreza". Para ele, setores que defendem o interesse de uma minoria insistem em criar um clima de caos e não se conformam com as vitórias consecutivas do projeto petista para o país.

"Foi um milagre ninguem ter se machucado. É preciso que o caso seja investigado e os culpados punidos para que fique claro que em nosso país não serão mais tolerados atos contra a democracia", concluiu o deputado.

Abraço ao Instituto Lula

O PT e movimento sindical estão organizando atos públicos em defesa da democracia, o primeiro ato e ao meio-dia desta sexta-feira (7), em frente ao Instituto Lula, local do atentado, no bairro paulistano do Ipiranga. A ideia é fazer um abraço simbólico na sede, contra o ódio e a intolerância e a favor da democracia.

Participarão do ato membros da frente #TodosPelaDemocracia. A Frente suprapartidária e plural é composta por todos que tem interesse em defender a democracia. Entre os participantes da frente estão juristas, intelectuais, artistas, líderes religiosos, movimentos sociais e sindicais como: CUT, CTB, CSB, CMP, Consulta Popular, FLM, UMM e partidos políticos – PT, PCdo B, PCO e PDT.

Um outro ato está previsto para o dia 16 de agosto, organizado pelo movimento sindical e entidades da sociedade civil. "A partir de agora, nós, dirigentes, vamos construir em nossas bases essa grande mobilização em defesa do Brasil, dos empregos e dos avanços sociais. E tudo isso se traduz, também, na defesa do presidente Lula", disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques. (Rede Brasil Atual)

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